O que eu aprendi nessas
semanas de docência foi simplesmente a ouvir. A reconhecer algumas
qualidades importantes como: sensibilidade, comprometimento e vocação
para o trabalho. Percebi que isso vem antes de outras coisas.
Posicionamento político é fundamental, mas discursos desligados da
prática são apenas fuligem ao vento.
Entretanto, não podemos nos posicionar como educadores se nos recusamos a refletir sobre a sociedade, sobre política e sobre o que essas instituições “democráticas” propõem como políticas públicas.
É aí que entra a minha grande divergência com muitas colegas e muitos colegas. Não concordo com a militarização da vida, nem com homofobia, machismo ou racismo na escola. Todo dia escuto sobre as deficiências dos alunos, todo dia vejo a discrepância entre a escrita deles e o aproveitamento da minha aula que varia de aluno para aluno, todo dia penso em como posso fazer melhor, mesmo isso sendo muito difícil( pelo cansaço e pelas minhas limitações). Porém, como podemos criticar os alunos por seus erros quando não temos nem a capacidade de fazer auto crítica?! Humildade é uma qualidade defendida aos 4 ventos, mas que é muito rara de se encontrar.
Eu estava me desgastando com as crianças, gritando e dificultando o meu trabalho, porém agora as vejo pelo que são: crianças.
Agora, qual a desculpa para um adulto reforçar preconceitos (os mesmos que os nossos tataravós já pensavam) em sala de aula?! Isso é o que tira as minhas forças e a de muitas e muitos educadores. Mesmo assim, é preciso lembrar que não estamos sós, que não devemos nos calar e que precisamos desenvolver uma rede de apoio, não só para resistir à violência e opressão, mas para crescer e plantar essas sementes. Criar parcerias e inovar. Uma professora de metodologia deu a ideia de trabalho de campo, um professor de japonês aprimorou a minha ideia de projeto de ciência na escola. Já perdi muito tempo rebatendo falácia e senso comum de quem não se preocupa com as mazelas da nossa sociedade. Agora quero gastar a minha atenção com quem procura alternativas.
Entretanto, não podemos nos posicionar como educadores se nos recusamos a refletir sobre a sociedade, sobre política e sobre o que essas instituições “democráticas” propõem como políticas públicas.
É aí que entra a minha grande divergência com muitas colegas e muitos colegas. Não concordo com a militarização da vida, nem com homofobia, machismo ou racismo na escola. Todo dia escuto sobre as deficiências dos alunos, todo dia vejo a discrepância entre a escrita deles e o aproveitamento da minha aula que varia de aluno para aluno, todo dia penso em como posso fazer melhor, mesmo isso sendo muito difícil( pelo cansaço e pelas minhas limitações). Porém, como podemos criticar os alunos por seus erros quando não temos nem a capacidade de fazer auto crítica?! Humildade é uma qualidade defendida aos 4 ventos, mas que é muito rara de se encontrar.
Eu estava me desgastando com as crianças, gritando e dificultando o meu trabalho, porém agora as vejo pelo que são: crianças.
Agora, qual a desculpa para um adulto reforçar preconceitos (os mesmos que os nossos tataravós já pensavam) em sala de aula?! Isso é o que tira as minhas forças e a de muitas e muitos educadores. Mesmo assim, é preciso lembrar que não estamos sós, que não devemos nos calar e que precisamos desenvolver uma rede de apoio, não só para resistir à violência e opressão, mas para crescer e plantar essas sementes. Criar parcerias e inovar. Uma professora de metodologia deu a ideia de trabalho de campo, um professor de japonês aprimorou a minha ideia de projeto de ciência na escola. Já perdi muito tempo rebatendo falácia e senso comum de quem não se preocupa com as mazelas da nossa sociedade. Agora quero gastar a minha atenção com quem procura alternativas.
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