Acho que todo
mundo se sente ridículo. Todo mundo comete gafe, fala bobagem ou age de forma
inadequada, em qualquer contexto que seja. Talvez a verdadeira medida do
ridículo não seja o constrangimento que sentimos no momento ridículo, não é a
nossa percepção e nem a de terceiros, mas o quanto tempo a gente remói o que
consideramos ridículo, não só por ser uma construção humana, variável no espaço
e tempo, mas acho que por que é um tempo demasiado grande de vida que gastamos
pensando na opinião de outras pessoas (pior ainda quando não são importantes,
mesmo se forem, ainda é um pouco bobo, enfim...).
Você pode ser
super confiante ou ser um(a) sociopata e nunca ter esses sentimentos. Aí acho
que você talvez seja ingênuo ou não seja capaz de perceber as outras pessoas, o
que é um defeito bem comum, muitas vezes ele tem cura.
Eu acho que as pessoas podem passar a vida inteira sendo ridículas, mas é ridículo não reconhecer que o grau de ridiculidade é pré-definido pelo referencial, pelas nossa cultura e visão de mundo. O tiozão reaça que tem opiniões reaças não me parece tão ridículo, talvez o jovem que cresceu em um ambiente menos opressor e pense que ache que homem não chora e que não pode demonstrar afeto, seja mais ridículo. Talvez a pessoa que represente politicamente e forme a opinião desses milhões de tiozões reaças sejam os verdadeiros criminosos.
Eu acho que as pessoas podem passar a vida inteira sendo ridículas, mas é ridículo não reconhecer que o grau de ridiculidade é pré-definido pelo referencial, pelas nossa cultura e visão de mundo. O tiozão reaça que tem opiniões reaças não me parece tão ridículo, talvez o jovem que cresceu em um ambiente menos opressor e pense que ache que homem não chora e que não pode demonstrar afeto, seja mais ridículo. Talvez a pessoa que represente politicamente e forme a opinião desses milhões de tiozões reaças sejam os verdadeiros criminosos.
Talvez todo
esse meu pensamento seja ridículo e uma perda de tempo, mas acho que depende
com que tipo de nudez você se sente confortável e da leveza que você sinta
depois de cada coisa que você faz. Bom, talvez isso seja um pouco "Polyana", mas
e daí?! Não me importo tanto assim com o julgamento...
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