quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Um sonho e um título banal

Alucinei, amaluquei, imaginei ou deturpei?
As pequenas partículas que disparam dentro do meu cocoruto
Se reunem em um sábado negro e tentam decidir
Ele é sugestionável e ingênuo? Uma caricatura? Plágio? Sonho? Pesadelo?!
As deixo fazerem suas pequenas cacofonias de pequenas substâncias cerebrais
Se monstro sou ou brucutu, eu sou, ainda tenho um pouco de respeito pelas coisas pequenas e delicadas. Pela impossível liberdade.
Depois de um tempo, descobri que as pessoas envolvidas na pesquisa do meu córtex frontal podem chamar do que quiser
Pra mim, foi uma fagulha ou supernova. Porém, o buraco negro é o vazio existencial. Ninguém deve nada a ninguém. Muito menos tamponar, remediar ou servir de botica para fenômenos cósmicos dentro do coração cheio de cafeína, anfetaminas e nicotinas.
Tina vai ser o nome da minha namorada imaginária que mora no Havaí ou Fiji. E eu não vou mais maldizer o amor.

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