De noite o terror de ficar sozinho com os meus pensamentos
De manhã, aos fins de semana, a ingenuidade e serenidade antes do peso do mundo cair sobre os meus ombros. Nos dias "úteis", uma tristeza monstruosa por ter que mastigar alguma coisa e sair apressado para repetir as mesmas tarefas banais e monótonas que repetei em outros cem dias anteriores e que sei que não tem sentido algum. Sem falar em engolir sapo de gente sem noção ou truculenta.
De dia, as horas vão levando pedaços de mim, até me sentir cada vez mais vazio e sozinho. Cada minuto que passa e isso é a minha vida. Não é a toa que as pessoas inventam deuses ou bebem até o fígado estourar. O absurdo e a loucura de reproduzirmos essa rotina como autômatos até que você surta, quebra ou morre.
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